Educação

17 de Setembro de 2026
Raízes que comemos!

Na vivência “Raízes que Comemos”, as crianças do Infantil III da Escola Social Clélia Merloni, Unidade Educacional do SAGRADO – Rede de Educação, foram convidadas a investigar o universo que se esconde debaixo da terra.

Durante a experiência, observaram diferentes tipos de raízes e conversaram sobre suas funções, compreendendo como elas ajudam a planta a permanecer firme no solo, absorvem água e nutrientes e contribuem para a proteção e o crescimento das plantas.

Mas a investigação foi além da observação: as crianças também colocaram as mãos na terra! Com curiosidade e entusiasmo, tiveram a oportunidade de retirar do solo a batata-doce, a cenoura e a beterraba, percebendo suas diferentes formas, cores, tamanhos e texturas. Nesse contato direto com a natureza, descobriram que muitos dos alimentos que chegam diariamente à mesa começam sua história escondidos no solo.

A experiência também possibilitou conhecer um pé de mandioca. As crianças puderam tocar em sua raiz, observar de perto suas características e ampliar seus conhecimentos sobre essa planta tão presente na alimentação.

E, como toda boa investigação, novas descobertas foram surgindo ao longo do caminho!

As crianças experimentaram alguns desses alimentos crus e cozidos, percebendo diferenças de sabor, cheiro, textura e consistência. Também conversaram sobre as diversas possibilidades de transformação desses ingredientes, refletindo sobre o que pode ser preparado com a cenoura, a mandioca, a batata-doce e a beterraba.

Assim, entre perguntas, descobertas, sabores, texturas e mãos sujas de terra, as crianças compreenderam que a natureza está presente em sua alimentação e que, por trás de cada alimento, existe uma história de vida, cuidado e transformação.

Foi uma vivência marcada pela curiosidade, investigação e encantamento, na qual cada criança pôde descobrir, com o corpo inteiro, que aprender também significa tocar, experimentar, perguntar, observar e se surpreender. 

Porque, quando a criança coloca as mãos na terra, ela não encontra apenas uma raiz: encontra possibilidades para aprender, imaginar e descobrir o mundo.

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Matéria por Tamirys Rodrigues - Educadora